Num dia em fins de 2010, alguns ricos investidores e gestores de fundos se reuniram em um escritório no centro de Manhattan. Eram homens do dinheiro de Wall Street; no total, administravam mais de US$ 1 bilhão. Eles tinham acesso aos fundos de hedge e às sociedades de investimento mais cobiçados e conviviam com a elite de Nova York, Greenwich e Palm Beach.
Mas naquele dia, estavam ali para encontrar um desconhecido de Utah, 3.500 quilômetros a oeste do centro financeiro nova-iorquino, que não terminou a faculdade. Eles queriam descobrir como esse rapaz estava deixando todos eles para trás de maneira humilhante.
O desconhecido, Allan Mecham, vinha registrando retornos impressionantes por dez anos seguidos em um minúsculo fundo privado de investimento chamado Arlington Value Management, e os homens de Wall Street estavam considerando saltar a bordo. Por quase duas horas, eles o encheram de perguntas.
Onde aprendeu a fazer negócios? "Eu leio muito", respondeu. Ele tem um MBA? "Não. Abandonei a faculdade antes de terminar." Ele tem um modelo de computador ou algoritmo inteligente? "Não", respondeu. "Não uso muito planilhas." O grupo poderia ver algumas de suas análises de investimentos? "Também não tenho nada disso", disse. "Está tudo na minha cabeça." Os investidores ficaram desconcertados. Bem, ele poderia ao menos dizer para onde ele achava que o mercado de ações estava indo? "Eu não sei", respondeu Mecham.
Quando a reunião terminou, "a maioria das pessoas saiu da sala perplexa", diz Brendan O'Brien, um administrador de carteira de Nova York que participou do encontro. "Eles estavam esperando um homem muito bem vestido e de língua afiada. Eles diziam, "não entendo, não entendo por que ele não teria uma opinião sobre o mercado; os administradores de recursos são pagos para ter uma opinião sobre o mercado".
Mecham já enfrentou esse tipo de perplexidade antes — uma das razões por que ele raramente se reúne com potenciais investidores. É difícil vender seu produto para uma indústria que está acostumada a fazer algo completamente diferente. Afinal de contas, segundo as regras de Wall Street, ele não deveria sequer estar nesse ramo.
Ao longo de uma trajetória de 12 anos, até o fim de 2011, Mecham, com meros 34 anos, obteve um surpreendente retorno acumulado de mais de 400%, investindo em ações de empresas americanas — muitas das maiores, como a Philip Morris, AutoZone e PepsiCo. Esse tipo de desempenho em um investimento deixa os índices de ações e a maioria dos fundos mútuos comendo poeira. Dos milhares de fundos mútuos dos Estados Unidos, só um punhado de fundos especializados em ações parece ter ido melhor, segundo a firma de dados sobre o setor Lipper.
A Arlington, que está estruturada como um fundo de hedge, deixou a maioria das firmas nessa categoria muito para trás também. E conseguiu obter lucro mesmo durante o crash de 2008, quando o índice Standard & Poor's de 500 ações perdeu quase 40% de seu valor. E Mecham fez isso sentado numa poltrona de escritório sobre uma lanchonete de comida mexicana, no centro de Salt Lake City.
Mecham não olha, fala nem age como um típico personagem de Wall Street. Ele tem fala mansa. Não usa jargões. Veste-se como se trabalhasse numa livraria, com camisa listrada e gravata sem estampa. E sua história de sucesso, sem dúvida, diz muito sobre as falhas da indústria dos fundos de gestão de ativos. Tanto Mecham como outros investidores que analisaram seu fundo em detalhes dizem que ele não tem nenhuma receita secreta ou algoritmo incrível — o mais extraordinário sobre este jovem é o quão comum ele é.
Mas sua estratégia de investimento se apoia em um punhado de táticas de senso comum — concentrar-se apenas em algumas ações e evitar ou ignorar análises estatísticas de curto prazo, por exemplo —, que as grandes empresas de administração de carteira não podem usar ou relutam em experimentar.
Tanto céticos quanto admiradores concordam que a estratégia de Mecham envolve um potencial maior do que o normal de perdas pesadas. Russ Kinnel, diretor de pesquisa sobre fundos na Morningstar, diz que é pouco provável que a maioria dos clientes de fundos queira correr o risco. "Os fundos de pensão, consultores e investidores em geral são bastante dependentes dos índices de ações", observa Kinnel, eles não se sentem confortáveis com administradores que se desviam do caminho seguro.
Mas, não obstante, seria um pouco de exagero caracterizar Mecham como um rebelde — afinal, ele é o tipo de homem que diz que o ponto alto do ano passado foi uma viagem a Omaha (ele levou a namorada para a conferência anual de investimentos de Warren Buffett).
Como praticamente todos os outros gestores da indústria, Mecham diz que gostaria de levantar mais capital para investir — sua empresa é pequena, com uma carteira de apenas US$ 80 milhões. Mas, por enquanto, os poucos profissionais que se aventuraram em sua carteira estão felizes de manter o fundo longe dos holofotes. É claro que muitos acham que descobriram algo especial.
Após a estranha reunião em Nova York, O'Brien, que dirige o Gold Coast Wealth Management, ficou suficientemente intrigado para fazer mais buscas — e depois de passar meses falando com Mecham e verificar seus resultados, ele entrou no barco, investindo mais de US$ 1 milhão com o desconhecido de Utah. "Para usar uma analogia dos esportes", diz O'Brien, encontrar Mecham foi "uma dessas raras vezes em que uma estrela independente é descoberta bem no início de seu estrelato."
Os tempos exigem que investidores se aproximem de gênios das bolsas com cautela — e mais ainda no setor de investimento privado, onde os gestores operam sem o escrutínio que os grandes fundos mútuos têm de enfrentar. Muitos desses fundos não têm de se registrar na SEC, a comissão de valores mobiliário
quarta-feira, 27 de março de 2013
domingo, 24 de março de 2013
Projeção semanal: 25 a 29 de março
O euro recuperou-se em relação ao dólar norte-americano na sexta-feira e encerrou a semana em alta, uma vez que as esperanças de um acordo para o resgate financeiro ao Chipre antes do prazo final de amanhã impulsionaram a demanda pela moeda única.
O euro ganhou terreno em relação ao dólar norte-americano uma vez que os líderes políticos no Chipre prepararam-se para aprovar a legislação que visa reestruturar o setor bancário do país e impor controles de capital.
O Banco Central Europeu (BCE) informou na quinta-feira que encerrará na segunda-feira a liquidez as bancos do Chipre se nenhum acordo fosse feito com o BCE e o Fundo Monetário Internacional (FMI) com relação a uma solução alternativa de resgate.
A UE e o FMI ofereceram um socorro financeiro de € 10 bilhões ao Chipre, mas insistiram que o país encontre uma forma de levantar € 5,8 bilhões em troca do auxílio financeiro.
Um acordo anterior que incluiu uma taxa a dinheiro guardado em conta poupança nos bancos do país foi rejeitada pelo parlamento cipriano na terça-feira.
EUR/USD atingiu 1,3009 na sexta-feira, uma alta da sessão, antes de se estabilizar 1,2991, em alta de 0,71% no dia e de 0,36% na semana.
Na sexta-feira, o iene subiu em relação ao dólar norte-americano pelo segundo dia após um discurso do novo presidente do Banco do Japão, Haruhiko Kuroda, ter desapontado as expectativas de indicações de que medidas mais agressivas de flexibilização monetária eram iminentes.
USD/JPY caiu para 94,20, a maior baixa do par desde 7 de março, antes de ficar em 94,48, em queda de 0,45% no dia e de 0,93% na semana.
A libra esterlina encerrou a semana em relação frente ao dólar norte-americano, mas reduziu seus ganhos após a agência de classificação Fitch ter dito que tomará uma decisão quanto a se rebaixar ou não o Reino Unido antes do final de abril, citando uma perspectiva fraca para o crescimento econômico e níveis altos de dívida pública.
A libra esterlina encontrou apoio após o orçamento anual de quarta-feira apresentar uma série de medidas para impulsionar o crescimento econômico. Além disso, o chanceler britânico George Osborne atualizou o mandato do Banco da Inglaterra para permitir que a instituição utilize "instrumentos monetários convencionais” para dar suporte à economia, mas disse que a meta de inflação do banco permancerá inalterada.
GBP/USD atingiu uma alta de 1,5248 na sexta-feira, a maior alta do par desde 22 de fevereiro, antes de se estabilizar em 1,5230, em alta de 0,37% no dia e de 0,88% na semana.
Na quarta-feira, o Federal Reserve (Fed) anunciou que manterá a política monetária inalterada, apesar dos sinais recentes de que a recuperação norte-americana está ganhando tração, citando preocupações com altos níveis de desemprego bem como com riscos de aumentos de impostos e cortes de gastos do governo federal.
Pronunciando-se ao final da reunião de política de dois dias do banco, o presidente do Fed, Ben Bernanke, disse que o banco central pode reduzir gradualmente o ritmo de suas compras de títulos, mas somente após o mercado de trabalho mostrar sinais de maior estabilidade.
Nesta semana, os investidores estarão acompanhando atentamente os acontecimentos em Chipre, uma vez que não conseguir chegar a um acordo pode fazer o país sair da zona do euro.
Os participantes do mercado também estarão aguardando dados alemães sobre as vendas no varejo, a serem divulgados na terça-feira, em meio a preocupações com as perspectivas econômicas para a zona do euro e também um leilão da dívida italiana, na quinta-feira.
Os EUA devem divulgar uma série de dados que inclui relatórios sobre os pedidos de bens duráveis, vendas de imóveis e confiança do consumidor.
Antecipando-se à próxima semana, a Forexpros compilou uma lista desses e de outros eventos significativos que podem afetar os mercados.
Segunda-feira, 25 de março
O Reino Unido deve divulgar dados sobre as aprovações de hipotecas, um indicador importante da demanda no setor imobiliário.
No final do dia, o presidente do Fed, Ben Bernanke, deve discursar em um evento em Londres. Seus comentários serão atentamente observados na tentativa de identificar pistas de uma possível direção futura da política monetária.
Também na segunda-feira, a Nova Zelândia deve divulgar dados oficiais sobre a balança comercial, a diferença de valor entre importações e exportações.
Terça-feira, 26 de março
O presidente do Banco da Reserva da Austrália, Glenn Stevens, deve discursar; seus comentários serão atentamente observados pelos investidores.
Na zona do euro, a Alemanha deve produzir dados oficiais sobre as vendas no varejo, o indicador do governo para as despesas dos consumidores, que representa a maior parte da atividade econômica geral do país.
O Reino Unido deve publicar um relatório do setor do setor privado sobre as vendas no varejo, um indicador econômico importante.
No final do dia, os EUA devem divulgar uma série de dados econômicos que inclui relatórios do governo sobre pedidos de bens duráveis, vendas de imóveis e confiança do consumidor.
Quarta-feira, 27 de março
A Nova Zelândia deve divulgar um relatório sobre a confiança no ambiente de negócios, um indicador importante da saúde econômica. Enquanto isso, o Banco da Reserva da Austrália deve produzir sua revisão de estabilidade financeira, que analisa as condições do sistema financeiro do país.
Na Suíça, a Agência de Pesquisas Econômicas KOF deve publicar seu barômetro econômico, concebido para prever a direção da economia no médio prazo.
O Reino Unido deve divulgar dados finais sobre o crescimento econômico no quarto trimestre e um relatório do governo sobre as transações correntes do país.
A zona do euro deve divulgar dados preliminares sobre a inflação ao consumidor, que representa a maior parte da inflação geral. Além disso, a Itália deve realizar um leilão de títulos públicos de 10 anos.
Em outros lugares, o Canadá deve publicar dados oficiais sobre o índice de preços ao consumidor.
Os EUA devem produzir dados sobre as vendas pendentes de imóveis e um relatório do governo sobre as reservas de petróleo bruto.
Quinta-feira, 28 de março
O Japão deve publicar dados oficiais sobre as vendas no varejo, um indicador do governo para os gastos dos consumidores, que representa a maior parcela da atividade econômica geral do país. A Austrália deve divulgar dados oficiais sobre o crédito ao setor privado.
Na zona do euro, a Alemanha deve publicar dados oficiais sobre a alteração na quantidade de pessoas desempregadas.
O Canadá deve publicar dados mensais sobre o produto interno bruto, a medida mais ampla da atividade econômica e o indicador primário da saúde da economia do país.
Os EUA devem divulgar dados revistos sobre o crescimento econômico no quarto trimestre e um relatório semanal sobre os pedidos novos de seguro desemprego.
Sexta-feira, 29 de março
O Japão deve divulgar dados oficiais sobre a inflação, despesas domésticas e produção industrial, indicadores importantes da saúde econômica.
Os mercados na Austrália, Nova Zelândia, Alemanha, Suíça, Reino Unido e Canadá devem permanecer fechados em virtude da Sexta-Feira Santa.
No Canadá, o governo deve divulgar sua declaração orçamentária anual.
Os EUA devem resumir a semana com dados oficiais sobre despesas pessoais e dados revistos produzidos pela Universidade de Michigan sobre o sentimento do consumidor e projeções de inflação.
O euro ganhou terreno em relação ao dólar norte-americano uma vez que os líderes políticos no Chipre prepararam-se para aprovar a legislação que visa reestruturar o setor bancário do país e impor controles de capital.
O Banco Central Europeu (BCE) informou na quinta-feira que encerrará na segunda-feira a liquidez as bancos do Chipre se nenhum acordo fosse feito com o BCE e o Fundo Monetário Internacional (FMI) com relação a uma solução alternativa de resgate.
A UE e o FMI ofereceram um socorro financeiro de € 10 bilhões ao Chipre, mas insistiram que o país encontre uma forma de levantar € 5,8 bilhões em troca do auxílio financeiro.
Um acordo anterior que incluiu uma taxa a dinheiro guardado em conta poupança nos bancos do país foi rejeitada pelo parlamento cipriano na terça-feira.
EUR/USD atingiu 1,3009 na sexta-feira, uma alta da sessão, antes de se estabilizar 1,2991, em alta de 0,71% no dia e de 0,36% na semana.
Na sexta-feira, o iene subiu em relação ao dólar norte-americano pelo segundo dia após um discurso do novo presidente do Banco do Japão, Haruhiko Kuroda, ter desapontado as expectativas de indicações de que medidas mais agressivas de flexibilização monetária eram iminentes.
USD/JPY caiu para 94,20, a maior baixa do par desde 7 de março, antes de ficar em 94,48, em queda de 0,45% no dia e de 0,93% na semana.
A libra esterlina encerrou a semana em relação frente ao dólar norte-americano, mas reduziu seus ganhos após a agência de classificação Fitch ter dito que tomará uma decisão quanto a se rebaixar ou não o Reino Unido antes do final de abril, citando uma perspectiva fraca para o crescimento econômico e níveis altos de dívida pública.
A libra esterlina encontrou apoio após o orçamento anual de quarta-feira apresentar uma série de medidas para impulsionar o crescimento econômico. Além disso, o chanceler britânico George Osborne atualizou o mandato do Banco da Inglaterra para permitir que a instituição utilize "instrumentos monetários convencionais” para dar suporte à economia, mas disse que a meta de inflação do banco permancerá inalterada.
GBP/USD atingiu uma alta de 1,5248 na sexta-feira, a maior alta do par desde 22 de fevereiro, antes de se estabilizar em 1,5230, em alta de 0,37% no dia e de 0,88% na semana.
Na quarta-feira, o Federal Reserve (Fed) anunciou que manterá a política monetária inalterada, apesar dos sinais recentes de que a recuperação norte-americana está ganhando tração, citando preocupações com altos níveis de desemprego bem como com riscos de aumentos de impostos e cortes de gastos do governo federal.
Pronunciando-se ao final da reunião de política de dois dias do banco, o presidente do Fed, Ben Bernanke, disse que o banco central pode reduzir gradualmente o ritmo de suas compras de títulos, mas somente após o mercado de trabalho mostrar sinais de maior estabilidade.
Nesta semana, os investidores estarão acompanhando atentamente os acontecimentos em Chipre, uma vez que não conseguir chegar a um acordo pode fazer o país sair da zona do euro.
Os participantes do mercado também estarão aguardando dados alemães sobre as vendas no varejo, a serem divulgados na terça-feira, em meio a preocupações com as perspectivas econômicas para a zona do euro e também um leilão da dívida italiana, na quinta-feira.
Os EUA devem divulgar uma série de dados que inclui relatórios sobre os pedidos de bens duráveis, vendas de imóveis e confiança do consumidor.
Antecipando-se à próxima semana, a Forexpros compilou uma lista desses e de outros eventos significativos que podem afetar os mercados.
Segunda-feira, 25 de março
O Reino Unido deve divulgar dados sobre as aprovações de hipotecas, um indicador importante da demanda no setor imobiliário.
No final do dia, o presidente do Fed, Ben Bernanke, deve discursar em um evento em Londres. Seus comentários serão atentamente observados na tentativa de identificar pistas de uma possível direção futura da política monetária.
Também na segunda-feira, a Nova Zelândia deve divulgar dados oficiais sobre a balança comercial, a diferença de valor entre importações e exportações.
Terça-feira, 26 de março
O presidente do Banco da Reserva da Austrália, Glenn Stevens, deve discursar; seus comentários serão atentamente observados pelos investidores.
Na zona do euro, a Alemanha deve produzir dados oficiais sobre as vendas no varejo, o indicador do governo para as despesas dos consumidores, que representa a maior parte da atividade econômica geral do país.
O Reino Unido deve publicar um relatório do setor do setor privado sobre as vendas no varejo, um indicador econômico importante.
No final do dia, os EUA devem divulgar uma série de dados econômicos que inclui relatórios do governo sobre pedidos de bens duráveis, vendas de imóveis e confiança do consumidor.
Quarta-feira, 27 de março
A Nova Zelândia deve divulgar um relatório sobre a confiança no ambiente de negócios, um indicador importante da saúde econômica. Enquanto isso, o Banco da Reserva da Austrália deve produzir sua revisão de estabilidade financeira, que analisa as condições do sistema financeiro do país.
Na Suíça, a Agência de Pesquisas Econômicas KOF deve publicar seu barômetro econômico, concebido para prever a direção da economia no médio prazo.
O Reino Unido deve divulgar dados finais sobre o crescimento econômico no quarto trimestre e um relatório do governo sobre as transações correntes do país.
A zona do euro deve divulgar dados preliminares sobre a inflação ao consumidor, que representa a maior parte da inflação geral. Além disso, a Itália deve realizar um leilão de títulos públicos de 10 anos.
Em outros lugares, o Canadá deve publicar dados oficiais sobre o índice de preços ao consumidor.
Os EUA devem produzir dados sobre as vendas pendentes de imóveis e um relatório do governo sobre as reservas de petróleo bruto.
Quinta-feira, 28 de março
O Japão deve publicar dados oficiais sobre as vendas no varejo, um indicador do governo para os gastos dos consumidores, que representa a maior parcela da atividade econômica geral do país. A Austrália deve divulgar dados oficiais sobre o crédito ao setor privado.
Na zona do euro, a Alemanha deve publicar dados oficiais sobre a alteração na quantidade de pessoas desempregadas.
O Canadá deve publicar dados mensais sobre o produto interno bruto, a medida mais ampla da atividade econômica e o indicador primário da saúde da economia do país.
Os EUA devem divulgar dados revistos sobre o crescimento econômico no quarto trimestre e um relatório semanal sobre os pedidos novos de seguro desemprego.
Sexta-feira, 29 de março
O Japão deve divulgar dados oficiais sobre a inflação, despesas domésticas e produção industrial, indicadores importantes da saúde econômica.
Os mercados na Austrália, Nova Zelândia, Alemanha, Suíça, Reino Unido e Canadá devem permanecer fechados em virtude da Sexta-Feira Santa.
No Canadá, o governo deve divulgar sua declaração orçamentária anual.
Os EUA devem resumir a semana com dados oficiais sobre despesas pessoais e dados revistos produzidos pela Universidade de Michigan sobre o sentimento do consumidor e projeções de inflação.
terça-feira, 19 de março de 2013
GBP/USD permanece estável; Chipre em foco
A libra esterlina ficou estável em relação ao dólar norte-americano nesta terça-feira após a divulgação de dados otimistas sobre o setor imobiliário dos EUA, ao passo que persistiram as preocupações com o anúncio recente de um acordo de socorro financeiro ao Chipre.
GBP/USD atingiu 1,5145 durante as negociações norte-americanas da manhã, a alta da sessão; posteriormente, o par de moedas se consolidou em 1,5118, avançando 0,06%.
O par estava propenso a encontrar apoio em 1,5067, a baixa de sexta-feira, e resistência em 1,5220.
Os investidores permaneceram cautelosos em meio a preocupações de que o parlamento em Chipre rejeite, na votação do final desta tarde, o projeto de lei de uma taxa à poupança, necessária para que o país assegure o resgate financeiro.
No início do dia, o governo apresentou uma nova proposta de taxa que descarta taxa sobre poupanças abaixo de € 20.000.
Nos EUA, dados oficiais mostraram que a quantidade de alvarás de construção emitidos aumentou em fevereiro para o maior nível desde junho de 2008, ao passo que a construção de habitações novas subiu mais que o esperado, apoiando a visão de que a recuperação econômica do país está ganhando força.
O Ministério do Comércio dos EUA informou que a quantidade de alvarás de construção emitidos em fevereiro aumentou 4,6%, para um ajuste sazonal de 0,946 milhão, acima das projeções de um aumento de 2,3%, para 0,925 milhão de unidades.
A construção de habitações novas no país cresceu 0,8% no mês passado, para um ajuste sazonal de 0,917 milhão, em comparação com as projeções de um aumento de 0,915 milhão.
No início do dia, dados oficiais mostraram que o índice de preços ao consumidor no Reino Unido subiu em fevereiro para 2,8%, uma alta de nove meses, com preços de energia mais altos somando-se ao custo de vida.
O Banco da Inglaterra deve publicar a ata de sua reunião de março amanhã, após a ata da reunião de fevereiro do banco ter mostrado que os legisladores estavam tendendo a reiniciar o programa de compra de ativos.
A libra esterlina subiu em relação ao euro, com EUR/GBP recuando 0,40%, para 0,8542.
Os investidores estão aguardando o resultado da reunião de política do Federal Reserve (Fed), na quarta-feira, após dados de sexta-feira, que mostraram que a inflação nos EUA foi contida em fevereiro, terem deixado o caminho livre para o banco continuar com o seu programa de compra de ativos
GBP/USD atingiu 1,5145 durante as negociações norte-americanas da manhã, a alta da sessão; posteriormente, o par de moedas se consolidou em 1,5118, avançando 0,06%.
O par estava propenso a encontrar apoio em 1,5067, a baixa de sexta-feira, e resistência em 1,5220.
Os investidores permaneceram cautelosos em meio a preocupações de que o parlamento em Chipre rejeite, na votação do final desta tarde, o projeto de lei de uma taxa à poupança, necessária para que o país assegure o resgate financeiro.
No início do dia, o governo apresentou uma nova proposta de taxa que descarta taxa sobre poupanças abaixo de € 20.000.
Nos EUA, dados oficiais mostraram que a quantidade de alvarás de construção emitidos aumentou em fevereiro para o maior nível desde junho de 2008, ao passo que a construção de habitações novas subiu mais que o esperado, apoiando a visão de que a recuperação econômica do país está ganhando força.
O Ministério do Comércio dos EUA informou que a quantidade de alvarás de construção emitidos em fevereiro aumentou 4,6%, para um ajuste sazonal de 0,946 milhão, acima das projeções de um aumento de 2,3%, para 0,925 milhão de unidades.
A construção de habitações novas no país cresceu 0,8% no mês passado, para um ajuste sazonal de 0,917 milhão, em comparação com as projeções de um aumento de 0,915 milhão.
No início do dia, dados oficiais mostraram que o índice de preços ao consumidor no Reino Unido subiu em fevereiro para 2,8%, uma alta de nove meses, com preços de energia mais altos somando-se ao custo de vida.
O Banco da Inglaterra deve publicar a ata de sua reunião de março amanhã, após a ata da reunião de fevereiro do banco ter mostrado que os legisladores estavam tendendo a reiniciar o programa de compra de ativos.
A libra esterlina subiu em relação ao euro, com EUR/GBP recuando 0,40%, para 0,8542.
Os investidores estão aguardando o resultado da reunião de política do Federal Reserve (Fed), na quarta-feira, após dados de sexta-feira, que mostraram que a inflação nos EUA foi contida em fevereiro, terem deixado o caminho livre para o banco continuar com o seu programa de compra de ativos



