quinta-feira, 27 de março de 2014

O grande investidor: Jesse Livermore

O grande investidor: Jesse Livermore
Muito poucos traders fizeram e perderam fortunas no mercado financeiro como Jesse Livermore. Cerca de um século atrás, ele se tornou um dos mais celebrados especuladores de todos os tempos.
Reminiscences of a Stock Operator, é um livro que conta a trajetória de Livermore no mercado financeiro. Através de um texto de fácil leitura, oferece ao leitor uma rápida visita à mente de um dos grandes traders de todos os tempos. É possível aprender junto com Livermore enquanto ele ganhava e perdia milhões no mercado de ações americano.
Abaixo estão algumas citações de Jesse Livermore. Esses conselhos representam a experiência de um trader que enfrentou diversas situações, inclusive o famoso crash de 1929:
  • Nunca opere baseado em dicas;
  • Use um sistema e não saia dele;
  • Nunca compre uma ação porque ela teve uma grande queda da sua última alta;
  • Se uma ação não agir corretamente não toque-a; porque, não podendo dizer precisamente o que está errado, você não pode dizer para que lado ela irá;
  • Não culpe o mercado pelas suas perdas;
  • Nunca aumente uma posição perdedora. Uma posição perdedora siginifica que você está errado;
  • Ações nunca estão muito altas para começar a comprar nem muito baixas para começar a vender. Mas depois da primeira transação, não faça uma segunda a não ser que a primeira mostre lucro;
  • Sempre venda o que mostra um prejuízo e mantenha o que está dando lucro;
  • Não discuta com o mercado. Não procure recuperar o prejuízo. Saia enquanto a saída é boa – e barata;
  • Existe somente um lado no mercado financeiro. E não é o lado bull (alta) e nem o lado bear (baixa) mas o lado certo;
  • O maior inimigo de um especulador é sempre o tédio;
  • Um homem deve sempre confiar em si mesmo e no seu julgamento se ele espera ganhar a vida com essa profissão;
  • Sempre use gerenciamento de capital;
  • Estabeleça o seu plano de trade antes que o mercado abra;
  • Detalhe o seu plano para cada trade;
  • Estabeleça pontos de entrada e saída e entenda a relação entre risco e recompensa;
  • Aceite pequenas perdas como parte do jogo se você quiser vencer;
  • Desenvolva um plano de trade para cada situação que você pode vir a enfrentar;
  • Não concentre-se no valor em que você empata quando estiver perdendo
  • Não liquide uma posição vencedora para manter uma perdedora;
  • Desenvolva e mantenha um plano de saída. Siga esse plano com rígida disciplina;
  • Tenha paciência. Grandes movimentos demoram para se desenrolar;
  • Não fique curioso demais sobre a lógica por trás de um movimento. A chave para a fortuna no mercado é a simplicidade.



Estratégia
No início de sua carreira, Livermore atuava principalmente com operações curtas de compra e venda, sem olhar para o valor intrínseco das ações. Quando migrou dasbucketshops para as grandes corretoras de Wall Street, faliu pela primeira vez e percebeu que este método não era o mais apropriado.
Depois disso, ainda insistiu no método e, antes de completar 20 anos de idade, chegou a falir 4 vezes, até finalmente decidir que seria necessário reformular sua estratégia. Inicialmente ele realizava o que hoje se conhece como “scalping“, e depois que encontrou um método apropriado para Wall Street passou a operar em tendência.
Foi a partir daí que sua fortuna realmente cresceu até torná-lo um dos homens mais ricos do mundo. Há vários livros nos quais se descreve (ou se tenta descrever), com diferentes níveis de detalhes, como era sua estratégia. Ele basicamente tentava identificar pontos de reversão, e a partir daí entrava e seguia o mercado até chegar no ponto oposto em que o mercado mudava novamente de direção.
Tanto durante um momento descendente como ascendente do mercado, Livermore sempre operava, vendendo ou comprando, ele apenas seguia o preço e movia-se com ele para o lado que oferece menos resistência.

A trajetória e o conhecimento dos grandes traders são uma ótima fonte de aprendizado. Podemos entender melhor o mercado através da sabedoria que eles adquiriram durante crises assustadoras e altas espetaculares.

Sucesso e bons trades!

segunda-feira, 24 de março de 2014

Rublo se torna hoje a principal moeda da Crimeia

O rublo russo é, a partir desta segunda-feira, a principal moeda da Crimeia, a península ucraniana anexada pela Rússia na semana passada, e conviverá durante um tempo com a grivna ucraniana.



"Desde hoje, o rublo é a principal divisa na República. Prestem atenção às contas", escreveu o primeiro-ministro crimeano, Sergei Axionov no Twitter.

Ele acrescentou que os primeiros pagamentos sociais como as previdência já serão feitas em rublos a partir de amanhã.

"Os problemas com as caixas registradoras e os caixas automáticos se regularão em uma semana", acrescentou o primeiro-ministro.

Axionov comunicou que "para ajudar os correntistas crimeanos, o Banco Central da Rússia, em qualidade de aportador de ativos, transferirá ao Fundo de Garantia de Depósitos 60 bilhões de rublos (quase R$ 14 bilhões) do lucro de 2013.

Segundo os dados apresentados por Axionov, "os crimeanos guardam em suas contas nos bancos locais entre oito e dez bilhões de grivnas (cerca de R$ 1,8 bilhão).

Já há alguns dias muitos hotéis e restaurantes cobram seus clientes na moeda russa.

Espera-se que a adaptação à nova moeda seja mais problemática para o comércio, que precisa configurar e até trocar as caixas registradoras para poder imprimir as notas em rublos.

O rublo e a grivna conviverão durante o chamado período transitório, programado para até 1º de janeiro do ano que vem.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Gold drops as Fed tapers monthly bond purchases

Investing.com - Gold prices dropped on Wednesday in a knee-jerk selloff after the Federal Reserve announced it was trimming its monthly bond-buying program to $55 billion from $65 billion.

Fed bond purchases spur recovery by suppressing interest rates, weakening the dollar in the process while making gold an attractive hedge.

On the Comex division of the New York Mercantile Exchange, gold futures for April delivery traded at $1,332.20 a troy ounce during U.S. trading, down 1.97%, up from a session low of $1,3330.90 and off a high of $1,360.10.

The April contract settled down 1.01% at $1,359.00 on Tuesday.

Futures were likely to find support at $1,328.20 a troy ounce, the low from March 10, and resistance at $1,393.80, the high from Sept. 8.

The Fed earlier said it was leaving interest rates unchanged and reduced the amount of bonds it buys in the open market each month to $55 billion from $65 billion, both moves in line with expectations.

The news sent gold falling, as the Fed's asset-purchasing program, which kicked off in 2012 at $85 billion a month, has supported the yellow metal by weakening the dollar.

Elsewhere, the Fed omitted previous language calling for rate hikes if the unemployment rate approaches a 6.5% threshold, a policy tool known as forward guidance.

Even though the economy is improving, a highly accommodative monetary policy stance remains appropriate, the U.S. central bank said.

Still, gold remained lower on sentiments that even though interest rates may remain low for time to come, stimulus tools such as bond purchases are on their way out.

Meanwhile, silver for May delivery was down 1.24% at US$20.603 a troy ounce, while copper futures for May delivery were up 0.99% at US$2.981 a pound.

Que se passa na francesa Orange? Número de suicídios este ano já vai em dez





Dez funcionários da empresa francesa de telecomunicações Orange cometeram suicídio desde o início do ano, quase tantos quanto os registados ao longo de todo o ano de 2013, revelou hoje uma organização que controla condições laborais.

De acordo com o Observatório para o Stress e Mobilidade Forçada, a situação deve ser encarada como um "alerta sério", uma vez que a maioria destes suicídios estavam "explicitamente relacionados com o trabalho".

Orange é o novo nome da France Telecom, uma grande empresa de telecomunicações que foi atingida por uma onda de suicídios, que foi particularmente intensa entre 2008 e 2009, quando 35 trabalhadores puseram fim à vida.

Estes acontecimentos levaram à saída do então presidente da empresa, Didier Lombard, e levantaram dúvidas e discussões sobre gestão e stress no trabalho.

O grupo Orange, que emprega cerca de 100 mil pessoas, reconheceu hoje que várias pessoas cometeram suicídio desde o início do ano e que cada um dos casos "envolve contextos diferentes", mas devem obrigar a empresa a "permanecer vigilante", de acordo com as declarações citadas pela agência noticiosa AFP.

O representante da empresa deverá encontrar-se com a comissão de trabalhadores na sexta-feira para discutir a questão, depois de os sindicatos terem lançado o alerta sobre a situação no grupo de telecomunicações."Em cerca de um ano a situação deteriorou-se", declararam, sublinhando ainda as saídas de trabalhadores e o recrutamento inadequado, refere a AFP.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Euro to 1.32? Fundamentals, Technicals, Positioning

Breakouts are happening across the foreign exchange market but to the frustration of many forex traders, EUR/USD has been missing out on the move. The currency pair has been trapped between a 180-pip range for the past 8 trading days while pairs like USD/JPY soar to a 5-month high and AUD/USD drops to a 2-month low. With the moves in the majors and yen crosses getting away from them, many traders are wondering if there will be a breakout opportunity in the EUR/USD soon. The EUR/USDhas to join the move eventually right? To address this question, we will look at fundamentals, technicals and positioning for the pair.

From the perspective of fundamentals, U.S. rates are headed higher so the EUR/USD should be trending lower as the dollar appreciates. However better than expected economic data out of Germany and mixed U.S. data is making investors reluctant about selling the pair. Members of the European Central Bank may be talking about negative interest rates but with Germany growing at a faster pace, troubles in France and the periphery nations could fall to the wayside. In fact positive surprises out of Germany is one of the main reasons why ECB President Draghi is dismissing all talk of negative rates. There is no question that the ECB maintains a dovish monetary policy stance and in the past, when we have heard consistent dovishness from members of the Governing Council, it was their way of preparing the market for a move. However the EUR/USD has not budged this time around because without Draghi's endorsement, traders are skeptical about how serious the central bank really is about negative rates. Also, all of the ECB officials who have talked about negative rates simply described it as a policy option -- they did not say that it is needed. At the same time, U.S. tapering in 2014 is still more likely than 2013 and that has limited the sell-off in EUR/USD.

Also, the euro is the only realistic alternative reserve currency to the dollar and with the U.S. government expected to revisit the debt ceiling early next year, global reserve managers are starting to get tired of the U.S. fiscal fight. It is almost hard to believe that the battle in January/February will be the fourth in 2 years. The dollar will always represent an important share of reserves and the process for diversification will be gradual but right now the flows are supporting the currency. The following chart shows the recent correlation between theEUR/USD (gold line) and the price of German 10-year bonds (white line). Even with all of these fundamental factors in mind, however, the fact that the ECB is more dovish than the Fed means that the EUR/USD should be headed lower and we believe that it should only be a matter of time before the currency pair drops down to 1.32.


EUR/USD vs. Germany's 10-Year Bond


From the perspective of positioning, the latest IMM report from the CFTC showed the smallest amount of long EUR/USD positions since August. Speculators have been net long euros for the past 3 months but the following chart shows how the steep sell-off in the EUR/USD (gold line) between October 29 and November 7 was a liquidation of those positions (white line). Based on tight correlation seen in the following chart, the latest reduction in long positions should have driven theEUR/USD even lower. A new downtrend will require not only liquidation of the rest of the EUR/USD short positions but also initiation of fresh shorts.


Falling Long Positions


Unfortunately from a technical perspective, there is no clear direction for the EUR/USD. A head-and-shoulders pattern appears to be forming but the structure of the pattern is far from perfect. There are 2 levels of support near current prices - the 50% Fibonacci retracement of 2011-2012 sell-off and 1.3465, a level that was important in September and October. A break of 1.3465 would be required to open the downside for a move down to 1.32. On the upside, 1.650 would need to be broken to open the upside.


Head And Shoulders Pattern Forming

domingo, 25 de agosto de 2013

Projeção semanal: 26 a 30 de agosto

O dólar norte-americano caiu em relação ao euro e reduziu seus ganhos frente ao iene na sexta-feira após dados, que mostraram que as vendas de imóveis residenciais novos nos EUA caíram no mês passado, terem diminuído as expectativas de que o Banco Central dos EUA (Fed) começará a reduzir seu programa de estímulo em setembro.

O Ministério do Comércio dos EUA disse que as vendas de imóveis residenciais novos caíram 13,4% em julho, mais que o projetado e a maior queda em mais de três anos.

O euro ganhou força em relação ao dólar após os dados, com EUR/USDatingindo rapidamente altas de 1,3410 antes de estabilizar-se em 1,3378, em alta de 017% no dia e encerrando a semana em alta de 0,33%.

O dólar norte-americano saiu de uma alta de três semanas em relação ao iene, com USD/JPY saindo de 99,15 para 98,73, inalterado no dia, reduzindo os ganhos da semana em 1,15%.

Os dados foram divulgados em meio a especulações sobre se o Fed começará a reduzir seu programa mensal de US$ 85 bilhões em compras de ativos no mês de setembro.

A ata de quarta-feira da reunião de julho do Fed mostrou que as autoridades estavam "amplamente confortáveis" com os planos de reduzir as compras de ativos, mas permaneceram as divisões entre eles sobre quando começar a redução, com quase todo os membros do comitê concordando que uma mudança no programa de compras ainda não era apropriada.

A ata também descreveu dados econômicos norte-americanos recentes como “mistos”, indicando que os planos de redução podem ser adiados se a economia enfraquecer.

O euro permaneceu apoiado após o legislador do Banco Central Europeu (BCE), Ewald Nowotny, ter dito na sexta-feira que não viu muitos argumentos para um corte de taxa.

Os comentários foram feitos após os dados do PMI da zona do euro, divulgados no início da semana, terem indicado que a economia da região continua ganhando tração. Um relatório de sexta-feira mostrou que o crescimento econômico alemão foi revisto para uma alta de 0,7% no segundo trimestre.

No Reino Unido, dados divulgados na sexta-feira mostraram que o crescimento foi revisto para uma alta de 0,7% de uma estimativa inicial de 0,6%.

A libra esterlina ficou forte inicialmente após os dados, com GBP/USDatingindo altas de 1,5636, antes de cair para 1,5566, em baixa de 0,135 no dia e de 0,50% na semana.

O sentimento em relação à libra foi atingido pelas expectativas de que uma perspectiva econômica melhor faria o Banco da Inglaterra aumentar as taxas de juros antes do indicado. No início deste mês, o Banco da Inglaterra disse que manteria as taxas do banco inalteradas em níveis baixos recordes contanto que a taxa de desemprego no Reino Unido permaneça acima de 7%.

Nesta semana, os investidores estarão aguardando dados revistos sobre o crescimento norte-americano no segundo trimestre assim como os relatórios sobre o setor imobiliário e sobre a confiança do consumidor.

Os mercados estarão enfocando um discurso do presidente do Banco da Inglaterra, Mark Carney, na quarta-feira, bem como os relatórios sobre o clima no ambiente de negócios da Alemanha e o clima do consumidor alemão.

Antecipando-se à próxima semana, a Investing.com compilou uma lista desses e de outros eventos significativos que podem afetar os mercados.

Segunda-feira, 26 de agosto

A Nova Zelândia deve divulgar dados sobre a balança comercial, a diferença de valor entre importações e exportações.

Os mercados no Reino Unido devem permanecer fechados em virtude de um feriado nacional.

Os EUA devem divulgar dados oficiais sobre os pedidos de bens duráveis, um indicador importante da produção.

Terça-feira, 27 de agosto

O Instituto Ifo deve divulgar um relatório sobre o clima no ambiente de negócios alemão, um indicador importante da saúde econômica do país.

Os EUA devem divulgar dados do setor privado sobre a inflação aos preços de imóveis residenciais bem como um relatório atentamente observado sobre a confiança do consumidor.

Quarta-feira, 28 de agosto

A Austrália deve publicar dados oficiais sobre obras de construção concluídas, um indicador importante da atividade no setor.

A Alemanha deve divulgar um relatório do Gfk sobre o clima do consumidor, um indicador importante dos gastos dos consumidores.

O Reino Unido deve divulgar um relatório do setor do setor privado sobre as vendas no varejo, um indicador econômico importante. O presidente do Banco da Inglaterra, Mark Carney, deve se pronunciar. Seus comentários serão atentamente observados na tentativa de identificar pistas de uma possível direção futura da política monetária do país.

No final do dia, os EUA devem divulgar dados do setor privado sobre as vendas pendentes de imóveis residenciais.

Quinta-feira, 29 de agosto

O Japão deve publicar dados sobre as vendas no varejo, ao passo que a Nova Zelândia deve publicar um relatório do setor privado sobre a confiança no ambiente de negócios. A Austrália deve publicar um relatório sobre os gastos de capital privado, um indicador econômico importante.

A Alemanha deve divulgar dados sobre a alteração na quantidade de pessoas desempregadas, bem como dados preliminares sobre o índice de preços ao consumidor.

Na zona do euro, a Itália deve realizar um leilão de títulos públicos.

A Suíça deve produzir dados sobre o nível de desemprego.

O Canadá deve publicar dados sobre as transações correntes e inflação aos preços de matérias-primas.

Os EUA devem publicar dados revistos sobre o produto interno bruto do segundo trimestre, o indicador mais amplo da atividade econômica, bem como um relatório semanal sobre os pedidos novos de seguro desemprego.

Sexta-feira, 30 de agosto

O Japão deve divulgar uma série de dados econômicos, incluindo relatórios sobre as despesas domésticas, inflação e a produção industrial.

A Nova Zelândia deve publicar dados oficiais sobre os alvarás de construção, um indicador importante da atividade futura de construção, ao passo que a Austrália deve produzir um relatório sobre o crédito do setor privado.

A Suíça deve publicar seu barômetro econômico KOF, um indicador importante da saúde econômica.

O Reino Unido deve divulgar relatórios sobre empréstimos a pessoas físicas e aprovações de hipoteca.

A zona do euro deve publicar dados preliminares sobre o índice de preços ao consumidor bem como dados sobre a taxa de desemprego.

No final do dia, o Canadá deve publicar seu relatório mensal sobre o PIB.

Os EUA devem resumir a semana com um relatório sobre a atividade manufatureira em Chicago e dados revistos sobre o sentimento do consumidor emitidos pela Universidade de Michigan, bem como relatórios sobre renda pessoal e gastos pessoais.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

EUR/USD,GBP/USD. LTB Semanal como Resistência - 12 de agosto

Análise FOREX 12 Agosto: EUR/USD, GBP/USD. LTB Semanal como Resistência

EUR/USD: LTB como Resistência.

Vemos primeiro no gráfico semanal abaixo o efetivo rompimento da significativa LTB – Linha e Tendência de Baixa de cor negra, o que favorecer os compradores.

A principal dúvida agora é: o movimento de baixa de 6ª Feira dia 09/Agosto foi apenas uma rápida correção de baixa ou um re-teste dos preços à resistência rompida em 1,3344 como suporte, o que favorece os compradores, ou foi um Falso Rompimento desta LTB, o que irá favorecer os vendedores?

Para eliminar essa dúvida, no longo-prazo vemos os seguintes cenários:

*) Efetivo rompimento da LTB – Força dos Compradores: Fechamento do gráfico diário ou de 04 horas acima das resistências 1,3416 e principalmente 1,3500, com Limite em 1,3715.
*) Falso Rompimento da LTB – Força dos Vendedores: Fechamento do gráfico diário ou de 04 horas abaixo dos suportes 1,3265 e principalmente 1,3187, com Limite em 1,2935. Adiciones novas vendas abaixo de 1,3130.


Euro - Gráfico Semanal
Agora, vemos no gráfico diário abaixo como os preços estão próximos da importante zona de resistência em 1,3416 (ver linha horizontal azul), e verificamos dois fatores adicionais que favorecem os vendedores:

1º) Preços na banda superior da Banda Bollinger (ver linha azul pontilhada) e;
2º) Oscilador Estocástico Sobrecomprado pela segunda vez (ver setas no oscilador).

Como o nosso sistema de negociação nos autoriza a vender em resistência, vamos trabalhar baseados nas seguintes oportunidades:

*) VENDA abaixo de 1,3320, com Stop acima de 1,3345, e Limite em 1,3200. Adicione novas vendas abaixo de 1,3265, com mesmo Limite acima.
*) FORÇA DOS VENDEDORES. O Rompimento da mínima em 1,3187 (ver linha horizontal vermelha) irá confirmar a retomada de força dos vendedores. Assim vemos a seguinte oportunidade:
**) VENDA abaixo de 1,3185, com Stop acima de 1,3235, e Limite em 1,2935. Adicione novas vendas abaixo dos suportes em 1,3125, 1,3060 e 1,3000.
*) COMPRA acima das resistências 1,3370, 1,3400 e principalmente 1,3416, com Stop abaixo de 1,3340, e Limite em 1,3500.
O efetivo rompimento da resistência em 1,3500 irá atrair ainda mais compradores, com novo Limite em 1,3685.


Euro - Gráfico Diário
Lançamento oficial do nosso livro sobre FOREX: Para mais detalhes acesse:escoladeoperadores.com.br/livroforex.php

GBP/USD: Canal de Alta de Curto-Prazo.

Confessamos que não está nada fácil identificar qual sentido este par irá tomar para a próxima semana. Os únicos sinais que identificamos que favorecem os vendedores no curto-prazo são:

*) Fechamento da semana na linha superior do pequeno Canal de Alta, identificado pelas linhas negras e;
*) Fechamento de 6ª. Feira na banda superior da Banda Bollinger (ver linha pontilhada azul).

Assim vamos trabalhar com base nas seguintes oportunidades de curto-prazo, provavelmente apenas para o começo da semana:

*) VENDA abaixo de 1,5481, com Stop acima de 1,5525, e Limite em 1,5385.
*) COMPRA acima das resistências 1,5575 e principalmente 1,5600, com Stop abaixo de 1,5545, e Limite em 1,5745.

Libra Esterlina - Gráfico Diário

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

EUR/USD, GBP/USD. LTB como Resistência

Análise FOREX 05 Agosto: EUR/USD, GBP/USD. LTB como Resistência

EUR/USD: LTB como Resistência.

Vemos no gráfico diário que os preços encontraram resistência na importante LTB – Linha de Tendência de Baixa de cor negra, o que a princípio favorece os vendedores. Os recentes movimentos de preços nesta zona de resistência formaram máximas e mínimas que nos fornecem excelentes indicações sobre qual o sentido desse par para a próxima semana, conforme abaixo:

*) FORÇA DOS VENDEDORES. O Rompimento da mínima em 1,3187 (ver linha horizontal vermelha) irá confirmar a retomada de força dos vendedores. Assim vemos a seguinte oportunidade:

**) VENDA abaixo de 1,3185, com Stop acima de 1,3235, e Limite em 1,2935. Adicione novas vendas abaixo de 1,3000.
Já no curto-prazo (Swing Trading) vemos a seguinte oportunidade: VENDA abaixo de 1,3255, com Stop acima de 1,3281, e Limite em 1,3205.

*) FORÇA DOS COMPRADORES. O rompimento da máxima em 1,3344 (ver linha horizontal azul) irá confirmar o efetivo rompimento da LTB mencionada acima, o que irá favorecer os compradores. Assim vemos as seguintes oportunidades:

**) COMPRA acima de 1,3344, com Stop abaixo de 1,3305, e Limite em 1,3495. Adicione novas compras acima de 1,3425.
Já no curto-prazo (Scalping) vemos a seguinte oportunidade: COMPRA acima de 1,3305, com Stop em 1,3285, e Limite em 1,3341.


Euro - Gráfico Diário

GBP/USD: Cunha Alargada Ângulo Reto Ascendente.

O fechamento desta semana em 1,5285 (ver linha horizontal negra no gráfico diário) para nós será um excelente referencial de resistência. O que até o momento nos indica força dos vendedores é a formação do padrão de reversão de baixa chamado Cunha Alargada Ângulo Reto Ascendente. Mas claro que este padrão ainda não se confirmou (o que irá confirmá-lo é o efetivo rompimento da sua Base Plana em 1,4830). Portanto seria prematuro afirmar agora que são os vendedores que estão em controle.
Vamos então trabalhar com os seguintes cenários:

*) VENDA 1,5295 e abaixo de 1,5261, com Stop acima de 1,5325 para a primeira entrada em 1,5295, e Limite em 1,5175. Novas vendas abaixo de 1,5155 e principalmente da mínima em 1,5102 (ver linha horizontal azul), com novo limite em 1,4905. Mas ATENÇÃO para o número arredondado em 1,5000 que irá atuar como um suporte de curto-prazo.

*) COMPRA apenas acima de 1,5331 e principalmente 1,5355, com Stop abaixo de 1,5300, e Limite em 1,5481. Novas compras acima de 1,5435 (ver linha horizontal vermelha).


Libra Esterlina - Gráfico Diário

Análise Técnica FOREX - EURO - Semana do dia 05 de Agosto de 2013

domingo, 28 de julho de 2013

Projeção semanal: 29 de julho a 2 de agosto

O dólar norte-americano caiu em relação ao iene na sexta-feira e estava sendo negociado perto de uma baixa de seis meses em relação ao euro uma vez que dados econômicos norte-americanos recentes não conseguiram convencer os participantes do mercado de que o Banco Central dos EUA (Fed) começará a reduzir em breve seu programa de estímulo.

USD/JPY atingiu baixas da sessão de 97,96, a maior queda desde 27 de junho, antes de se estabilizar 98,30, em queda de 1% no dia e de 2,07% na semana.

O iene subiu em relação ao dólar norte-americano após a divulgação na quinta-feira de dados norte-americanos mistos sobre os pedidos novos de seguro desemprego e pedidos de bens duráveis.

O Ministério do Trabalho dos EUA informou que a quantidade de indivíduos que entraram com pedidos novos de seguro desemprego na semana passada cresceu 7.000, para um ajuste sazonal de 343.000, comparada com as projeções de um aumento de 6.000, para 340.000.

O Ministério do Comércio dos EUA disse que os pedidos de bens duráveis subiram por um ajuste sazonal de 4,2% em junho, em comparação com as expectativas de uma alta de 1,3%, ao passo que os pedidos de bens duráveis que excluem itens voláteis de transporte ficaram estáveis em junho, comparados com as expectativas de uma alta de 0,5%.

EUR/USD atingiu uma alta de 1,3296 na sexta-feira, antes de se estabilizar 1,3279, em alta de 0,01% no dia e de 0,91% na semana.

O dólar norte-americano encontrou suporte no início da semana após dados terem revelado que as vendas de imóveis residenciais novos nos EUA atingiram uma alta de cinco anos no mês de junho.

O Ministério do Comércio disse que as vendas de imóveis residenciais novos nos EUA saltaram 8,3%, para 497.000 unidades, o maior nível desde maio de 2008.

Os analistas esperavam que as vendas de imóveis residenciais novos subissem 1,8%, para 482.000, o que impulsionou o dólar.

A libra esterlina ficou estável em relação ao dólar na sexta-feira, comGBP/USD recuando 0,03%, para 1,5386, em alta de 0,13% na semana.

Na quinta-feira, o Departamento de Estatísticas Nacionais (ONS) disse que a economia do Reino Unido expandiu 1,4% numa base anual no segundo trimestre, em consonância com as expectativas. A economia do Reino Unido cresceu 0,3% anualmente no primeiro trimestre.

A economia do Reino Unido expandiu 0,6% trimestralmente, após uma expansão de 0,3% no primeiro trimestre.

Em outros lugares, o dólar canadense ficou estável na sexta-feira, comUSD/CAD recuando 0,01%, para 1,0278.

Enquanto isso, os dólares australiano e neozelandês ficaram sob pressão após dados manufatureiros chineses fracos de julho terem somado-se aos temores quanto a uma desaceleração na segunda maior economia mundial, mas o dólar neozelandês encontrou apoio uma vez que o Banco da Reserva da Nova Zelândia deixou as taxas de juros inalteradas.

A leitura preliminar do índice de gerentes de compra (PMI) HSBC para o setor de manufatura da China caiu em julho para 47,7, uma baixa de 11 meses, de uma leitura final de 48,2 no mês passado. Os analistas esperavam que o índice subisse para 48,6.

Na quinta-feira, o Banco da Reserva da Nova Zelândia manteve sua taxa básica de juros inalterada em 2,50%, em um movimento amplamente esperado, e disse que manterá os custos de empréstimo em uma baixa recorde este ano.

AUD/USD atingiu uma alta de 0,9296, antes de se estabilizar em 0,9263, em alta de 0,19% no dia e de 0,45% na semana.

NZD/USD atingiu 0,8105 na sessão de sexta-feira antes de reduzir ganhos e fechar em 0,7931, em alta de 0,01% no dia e de 1,80% na semana.

Nesta semana, o Banco Central dos EUA (Fed), o Banco da Inglaterra e o Banco Central Europeu (BCE) devem publicar suas declarações mensais de política monetária. O Canadá e os EUA devem produzir dados sobre o crescimento econômico e a zona do euro deve divulgar dados sobre a atividade manufatureira.

Antecipando-se à próxima semana, a Investing.com compilou uma lista desses e de outros eventos significativos que podem afetar os mercados.

Segunda-feira, 29 de julho

O Japão deve publicar dados do governo sobre as vendas no varejo, um indicador primário dos gastos dos consumidores.

O Reino Unido deve divulgar dados oficiais sobre o financiamento a pessoas físicas, que é alteração no valor total de crédito novo emitido aos consumidores, seguidos por dados da indústria sobre as vendas realizadas.

No final do dia, os EUA devem produzir dados da indústria sobre as vendas pendentes de imóveis residenciais, o principal indicador de saúde econômica.

Terça-feira, 30 de julho

A Nova Zelândia e a Austrália devem publicar dados oficiais sobre os alvarás de construção. Além disso, o presidente do Banco da Reserva da Austrália, Glenn Stevens, está programado para se pronunciar.

O Japão deve divulgar um relatório preliminar do governo sobre a produção industrial, ao passo que o presidente do Banco do Japão, Haruhiko Kuroda, está programado para se pronunciar no Instituo de Pesquisa do Japão, em Tóquio.

Na zona do euro, deve ser divulgado um relatório da Gfk sobre o clima do consumidor alemão além de dados preliminares sobre o índice de preços ao consumidor alemão e o produto interno bruto da Espanha.

O Canadá deve produzir dados oficiais sobre a inflação dos preços de matérias-primas.

Os EUA deve divulgar um relatório sobre o índice de preços de imóveis residenciais Standard & Poor's/Case-Shiller Composite-20, seguido por um relatório sobre a confiança do consumidor emitido pelo Conference Board.

Quarta-feira, 31 de julho

A Nova Zelândia deve produzir dados sobre a confiança no ambiente de negócios, um indicador importante da saúde econômica, ao passo que a Austrália deve produzir dados oficiais sobre o crédito ao setor privado.

Em outros lugares, a Alemanha deve publicar dados oficiais sobre as vendas no varejo e sobre as mudanças de desemprego, ao passo que a França deve divulgar um relatório oficial sobre os gastos dos consumidores. Além disso, devem ser produzidos relatórios oficiais sobre o índice de preços ao consumidor e a taxa de desemprego para toda a zona do euro.

O Canadpa deve divulgar dados oficiais sobre o produto interno bruto (PIB), que é a alteração no valor ajustado de inflação de todos os bens e serviços produzidos pela economia.

Os EUA também devem produzir dados do PIB e um relatório sobre a mudança de emprego no setor não agrícola e dados sobre a atividade manufatureira em Chicago. Separadamente, o Fed deve divulgar sua declaração mensal de política monetária, que será atentamente observada em busca de indicações sobre o futuro do programa de estímulo do banco central.

Quinta-feira, 1 de agosto

A Austrália deve publicar dados sobre as vendas de imóveis residenciais novos.

Na Suíça, os mercados devem permanecer fechados em virtude de um feriado nacional.

Na zona do euro, serão divulgados relatórios sobre a atividade manufatureira na Espanha, Itália e em todo o bloco da moeda única. No final do dia, o BCE deve divulgar sua declaração mensal de política monetária, seguida por uma coletiva de imprensa.

O Reino Unido deve produzir um relatório sobre a atividade manufatureira, ao passo que o Banco da Inglaterra também publicará sua declaração de política monetária.

Os EUA devem divulgar dados oficiais sobre os pedidos semanais de seguro desemprego, seguidos por um relatório do Instituto de Gestão de Abastecimento (ISM) sobre a atividade manufatureira.

Sexta-feira, 2 de agosto

A Austrália deve divulgar dados oficiais sobre a inflação de preços ao produtor, um indicador importante da inflação ao consumidor.

O Reino Unido deve produzir dados da indústria sobre a inflação dos preços de imóveis residenciais, assim como um relatório sobre o crescimento do setor de construção.

Na zona do euro, a Espanha deve publicar dados sobre mudanças de emprego, ao passo que a Suíça deve divulgar um relatório SVME sobre a atividade manufatureira.

Os EUA devem resumir a semana com dados oficiais sobre a alteração no emprego do setor não agrícola, taxa de desemprego, média salarial por hora e despesas pessoais, bem como um relatório sobre os pedidos às fábricas.

sábado, 27 de julho de 2013

Planos de Investimento - VC Invest SA

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domingo, 21 de julho de 2013

Projeção semanal: 22 a 26 de julho

O dólar norte-americano subiu em relação ao iene na sexta-feira e caiu em relação ao euro após os comentários do presidente do Banco Central dos EUA (Fed), Ben Bernanke, feitos no início da semana, terem diminuído as preocupações com quão cedo o banco começará a reduzir seu programa de flexibilização.

USD/JPY atingiu 100,87, uma alta da sessão e a maior alta do par desde 10 de junho, antes de cair novamente e se estabilizar em 100,61, em alta de 0,18% no dia e de 0,66% na semana.

O iene enfraqueceu antes das eleições do fim de semana na Câmara Alta do Japão, que deve entregar a vitória ao primeiro-ministro Shinzo Abe, permitindo que ele continue com uma série de reformas econômicas que visam a impulsionar o crescimento e combater a deflação.

EUR/USD atingiu 1,3154 na sexta-feira, uma alta da sessão, antes de se estabilizar 1,3139, em alta de 0,23% no dia e de 0,62% na semana.

A demanda pelo dólar norte-americano continuou sendo apoiada após Bernanke ter indicado na quarta-feira que o banco ainda espera começar a reduzir seu programa de compra de ativos até final deste ano.

No primeiro dia de seu pronunciamento semestral ao Congresso, Bernanke disse que o banco central pode reduzir suas compras de ativos até o final do ano se a economia continuar a melhorar, mas adicionou que não há um “curso predefinido”.

Bernanke disse que a recuperação econômica está progredindo em um ritmo moderado, mas reiterou que a política monetária acomodativa ainda será necessária no futuro próximo.

A libra esterlina subiu para uma alta de duas semanas em relação ao dólar, com GBP/USD avançando 0,29%, para 1,5268, ampliando os ganhos da semana para 1,15%.

No início da semana, a ata da reunião de julho do Banco da Inglaterra mostrou que os legisladores votaram unanimemente em manter o programa de flexibilização quantitativa do banco inalterado, antes de uma decisão no mês que vem sobre se fornecer ou não mais orientação quanto ao futuro das taxas de juros.

Em outros lugares, o dólar canadense subiu na sexta-feira, comUSD/CAD caindo 0,11%, para 1,0367, ignorando os dados canadenses fracos sobre a inflação em junho.

O Statistics Canada disse que o índice de preços ao consumidor subiu 1,2% em junho em comparação com o ano passado, bem abaixo da meta de 2% do Banco do Canadá, com a inflação bruta crescendo 1,3% numa base anual.

Enquanto isso, os dólares australiano e neozelandês encontraram apoio após o banco central chinês ter dito que estava removendo o limite inferior das taxas de juros para os bancos visando a ajudar os bancos a atraírem mais tomadores de empréstimo.

AUD/USD atingiu 0,9235, uma alta da sessão, antes de reduzir os ganhos e se estabilizar em 0,9180, em alta de 0,11% no dia e de 0,99% na semana.

NZD/USD atingiu 0,7990 no início da sessão de sexta-feira, antes de cair e ficar perto de 0,7931, em alta de 0,38% no dia e de 1,68% na semana.

Nesta semana, os EUA devem publicar dados sobre o setor de habitação e manufatureiro, ao passo que a decisão da taxa de juros do Banco Central da Nova Zelândia também deve ficar em foco. O Reino Unido deve divulgar os atentamente observados dados sobre o crescimento no segundo trimestre e a zona do euro deve produzir dados sobre a atividade dos setores manufatureiro e de serviços.

Antecipando-se à próxima semana, a Investing.com compilou uma lista desses e de outros eventos significativos que podem afetar os mercados.

Segunda-feira, 22 de julho

Os EUA devem publicar dados do setor privado sobre as vendas existentes de imóveis residenciais, um indicador importante da saúde econômica.

Terça-feira, 23 de julho

O Reino Unido deve publicar dados sobre as aprovações de hipotecas, um indicador importante da demanda no setor de habitação.

O Canadá deve produzir dados oficiais sobre as vendas no varejo, o indicador do governo para as despesas dos consumidores e que representa a maior parte da atividade econômica geral do país.

Quarta-feira, 24 de julho

A Nova Zelândia e o Japão devem divulgar dados oficiais sobre a balança comercial, a diferença de valor entre importações e exportações.

A Austrália deve publicar dados do governo sobre o índice de preços ao consumidor (IPC), que representa a maior parcela da inflação geral do país.

A China deve publicar a leitura preliminar o índice HSBC para o setor de manufatura, um indicador da saúde econômica do país.

A zona do euro deve divulgar dados preliminares sobre a atividade nos setores manufatureiro e de serviços, ao passo que França e Alemanha também devem publicar relatórios individuais.

O Reino Unido deve divulgar dados do setor privado sobre as expectativas de pedidos industriais, um indicador importante da saúde econômica.

No final do dia, os EUA devem divulgar dados oficiais sobre as vendas de imóveis residenciais novos, um indicador importante da saúde econômica do país.

Quinta-feira, 25 de julho

O Banco da Reserva da Nova Zelândia deve anunciar sua taxa básica de juros e publicar sua declaração de taxa, que delineia as condições econômicas e os fatores que afetam a decisão de política monetária.

Na zona do euro, a Suíça deve divulgar dados oficiais sobre a taxa de desemprego. O Instituto Ifo deve publicar seu índice de clima no ambiente de negócios da Alemanha.

O Reino Unido deve divulgar dados preliminares sobre o produto interno bruto (PIB) do segundo trimestre, a medida mais importante da atividade econômica e um indicador-chave da saúde da economia.

Os EUA devem publicar dados do governo sobre os pedidos de bens duráveis, um indicador importante de produção, bem como um relatório semanal do governo sobre os pedidos novos de seguro desemprego.

Sexta-feira, 26 de julho

O Japão deve divulgar dados oficiais sobre o índice de preços ao consumidor.

Na zona do euro, a Alemanha deve publicar dados oficiais sobre as vendas no varejo e os preços de importação.

Os EUA devem resumir a semana com dados revistos sobre o sentimento do consumidor emitidos pela Universidade de Michigan

sábado, 20 de julho de 2013

EUR/USD,GBP/USD. Formação Alargada Ângulo Reto

Formação Alargada – Ângulo Reto Ascendente.Continuamos a monitorar a formação do importante padrão de reversão de baixa chamado Formação Alargada Ângulo Reto Ascendente, identificado pelas linhas negras. Como todo padrão ocidental, teremos que esperar a sua confirmação, que neste caso irá ocorrer após o efetivo rompimento do suporte 1,2750, com Limite em 1,2465. É muito importante esperar a efetiva confirmação deste padrão para a execução de vendas abaixo de 1,2750.


Euro - Gráfico Diário

FALHA DO PADRÃO: Quando há o cancelamento ou a falha de um padrão de reversão de baixa, isso indica continuação da força contrária, que no caso é dos compradores. E o que irá a falha do padrão Formação Alargada – Ângulo Reto Ascendente será o rompimento da sua máxima em 1,3416 (ver linha horizontal azul), o que irá abrir espaço para novas compras até pelo menos 1,3685.

Agora, já no gráfico de 04 horas, vemos os preços muito próximos da importante zona de resistência entre 1,3175 e 1,3206, identificada pelas linhas horizontais azuis, sendo 1,3206 a máxima da semana. O seu efetivo rompimento, que poderá ser acompanhado em um gráfico mais rápido, de por exemplo 30 ou 15 minutos, irá favorecer os compradores até pelo menos 1,3400, que é o nosso limite projetado baseado na distância entre essa resistência e o suporte em 1,3005.
Agora, caso os preços rompam a LTA – Linha de Tendência de Alta de cor vermelha que atua como suporte, vemos a retomada de força dos vendedores até 1,3005. Assim vamos trabalhar baseados nos seguintes cenários:
*) Compra acima de 1,3175 e principalmente 1,3215, com Stop em 1,3125, e Limite projetado em 1,3400. Adicione novas compras acima de 1,3265e principalmente 1,3311.
*) Venda abaixo de 1,3125 e principalmente 1,3095, com Stop acima de 1,3155, e Limite em 1,3005.


Euro - Gráfico 04 Horas

GBP/USD: Cunha Ascendente como Continuação da Tendência de Alta. Após o efetivo rompimento da significativa LTB – Linha de Tendência de Baixa de cor azul no gráfico de 04 horas, o que favoreceu os compradores nos últimos dias, vemos a formação do importante padrão de continuação de tendência de alta chamado Cunha Ascendente, identificado pelas linhas negras, o que mantém a nossa percepção de alta para esse par.
Na verdade Cunhas Ascendentes são padrões de continuação da força contrária, porque são formados durante períodos de correção, sendo assim chamadas Cunhas Ascendentes de Baixa. Então, uma Cunha Ascendente de Baixa se forma durante uma correção de alta, em uma tendência de baixa. Mas o nosso sistema de negociação possui alta probabilidade de ganhos para Cunhas Ascendentes como padrões de continuação de tendência de alta, quando formados no início da tendência, e com o mesmo sentido dessa tendência, o que é o caso aqui.
Assim vamos trabalhar baseados nos seguintes cenários:
*) Cunhas Ascendentes como padrões de continuação de tendência de alta: Compra acima de 1,5285, 1,5315 e principalmente 1,5381, com Stop em 1,5225, e Limites em 1,5480 e 1,5585.
*) Confirmação da Cunha Ascendente de Baixa, o que indicará retomada de força dos vendedores: Venda abaixo de 1,5225 e principalmente 1,5150, com Stop acima de 1,5275, e Limite em 1,5025.


Libra Esterlina - Gráfico 04 Horas

domingo, 14 de julho de 2013

Projeção semanal: 15 a 19 de julho

O dólar norte-americano subiu em relação às principais moedas na sexta-feira, recuperando-se das liquidações do início da semana, após os comentários do presidente do Banco Central dos EUA (Fed), Ben Bernanke, terem feito os investidores reavaliarem as expectativas relacionadas ao tempo de uma possível redução no programa de flexibilização do banco.

O euro caiu em relação ao dólar norte-americano, com EUR/USDrecuando 0,21%, para 1,3068, reduzindo os ganhos da semana para 1,62%.

O euro ficou sob pressão após a agência de classificações Fitch ter rebaixado a classificação AAA da França na sexta-feira, citando níveis cada vez maiores da dívida do governo e uma perspectiva fraca para o crescimento econômico.

O dólar norte-americano também subiu em relação á libra esterlina e ao iene, com GBP/USD caindo 0,51%, para 1,5107 no fechamento, eUSD/JPY subindo 0,28%, para 99,25. A libra esterlina encerrou a semana em alta de 1,16%, ao passo que o iene subiu 1,68% na semana.

O dólar caiu drasticamente na quarta-feira após Bernanke ter dito que o Fed continuará mantendo a política monetária acomodativa no futuro próximo, citando baixos níveis de inflação e taxa de desemprego alta.

Bernanke disse que o banco não elevará as taxas de juros até que a taxa de desemprego nos EUA atinja 6,5%.

Os comentários surgiram após a ata da política monetária de junho do banco central ter mostrado que os legisladores do Fed permanecem divididos em relação a quando iniciar a redução do programa mensal de US$ 85 bilhões em compra de ativos.

Cerca de metade dos legisladores do Fed acredita que o banco deve iniciar a redução das compras de ativos até o fim do ano, ao passo que a outra metade acredita que o mercado de trabalho ainda permanece muito fraco para isso.

Os dados de sexta-feira mostraram que o sentimento do consumidor norte-americano caiu em julho, com o índice de sentimento produzido pela Universidade de Michigan caindo para 83,9 de 84,1 em junho, em comparação com as expectativas de uma leitura de 85,0.

Em outros lugares, o dólar australiano caiu para uma baixa de três anos em relação ao dólar norte-americano na sexta-feira em meio a preocupações com uma desaceleração no crescimento chinês.

AUD/USD atingiu uma baixa da sessão de 0,8999, o menor nível desde setembro de 2010, antes de se estabilizar m 0,9050, em baixa de 1,52% no dia e de 0,77% na semana.

Nesta semana, os investidores estarão aguardando os dados norte-americanos sobre as vendas no varejo, inflação do consumidor e atividade do setor imobiliário. Dados de segunda-feira sobre o crescimento econômico chinês será atentamente observado e uma decisão de política monetária do Banco do Canadá, na quarta-feira, também ficará em foco.

Antecipando-se à próxima semana, a Investing.com compilou uma lista desses e de outros eventos significativos que podem afetar os mercados.

Segunda-feira, 15 de julho

Os mercados no Japão devem permanecer fechados em virtude de um feriado nacional.

A Austrália deve publicar dados do governo sobre as vendas de veículos novos, um indicador importante da confiança do investidor.

A China deve divulgar dados oficiais sobre o produto interno bruto (PIB) do segundo trimestre, a medida mais importante da atividade econômica e um indicador-chave da saúde da economia. Pequim também deve produzir dados sobre a produção industrial e investimento em ativos fixos.

A Suíça deve publicar dados oficiais sobre a inflação de preços ao produtor.

No final do dia, o Reino Unido deve produzir dados oficiais sobre as vendas no varejo, o indicador do governo para as despesas dos consumidores, que representa a maior parte da atividade econômica geral do país. Os EUA devem publicar o índice Empire State sobre manufatura e um relatório sobre os estoques empresariais.

Terça-feira, 16 de julho

A Nova Zelândia deve divulgar dados oficiais sobre o índice de preços ao consumidor, que representa a maior parcela da inflação geral do país.

O Banco da Reserva da Austrália deve divulgar a ata da sua reunião de política monetária mais recente, que contém informações valiosas sobre as condições econômicas do ponto de vista do banco.

O Reino Unido deve divulgar dados oficiais sobre o índice de preços ao consumidor, bem como relatórios sobre o índice de preços ao produtor e inflação sobre os preços do varejo.

O Instituto ZEW deve publicar um relatório atentamente observado sobre o sentimento econômico alemão, um indicador importante da saúde econômica, bem como dados sobre o sentimento econômico nas demais áreas da zona do euro.

A zona do euro também deve divulgar dados oficiais sobre o índice de preços ao consumidor.

O Canadá deve publicar dados oficiais sobre as vendas de manufatura, um indicador importante da saúde econômica.

Os EUA devem publicar dados oficiais sobre o índice de preços ao consumidor, produção industrial e taxa de capacidade de utilização.

Quarta-feira, 17 de julho

O Banco da Inglaterra deve divulgar a ata da sua reunião de política monetária mais recente, que contém informações valiosas sobre as condições econômicas do ponto de vista do banco.

O Reino Unido deve divulgar dados oficiais sobre a mudança no número de pessoas desempregadas e sobre a taxa de desemprego, bem como dados sobre a média salarial.

O Instituto ZEW deve publicar um relatório sobre as projeções econômicas na Suíça, um indicador importante da saúde econômica.

O Banco do Canadá deve anunciar sua taxa básica de juros e publicar sua declaração de taxa, que delineia as condições econômicas e os fatores que afetam a decisão de política monetária. O banco deve realizar uma coletiva de imprensa após o anúncio da taxa.

O Canadá deve produzir dados do governo sobre as compras de títulos externos.

Os EUA devem divulgar dados oficiais sobre os alvarás de construção, um indicador importante da atividade futura de construção, bem como dados sobre a atividade do setor de bem como dados sobre a construção de imóveis residenciais novos. O Fed deve divulgar seu “Livro Bege”.

Quinta-feira, 18 de julho

A Austrália deve publicar seu índice de indicadores econômicos importantes e um relatório do setor privado sobre a confiança no ambiente de negócios.

O Reino Unido deve divulgar dados sobre as vendas no varejo.

Na zona do euro, França e Espanha devem realizar leilões de títulos públicos de 10 anos.

O Canadá deve produzir dados oficiais sobre as vendas por atacado, um indicador importante dos gastos dos consumidores.

Os EUA devem divulgar um relatório semanal do governo sobre os pedidos novos de seguro desemprego bem como o índice manufatureiro Philly Fed.

Sexta-feira, 19 de julho

Na zona do euro, a Alemanha deve divulgar dados oficiais sobre o índice de preços ao produtor.

O Reino Unido deve divulgar dados oficiais sobre o endividamento líquido do setor público.

O Canadá deve resumir a semana com dados oficiais sobre o índice de preços ao consumidor.

Análise FOREX 15 Julho: EUR/USD, GBP/USD. Formação Alargada Ângulo Reto

EUR/USD: Formação Alargada – Ângulo Reto Ascendente.

Continuamos a monitorar a formação do importante Triângulo Simétrico, identificado pelas linhas negras no gráfico semanal abaixo. E repare como os preços estão bastante próximos do seu Ápice, o que nos oferece uma excelente indicação com relação a tempo.

Ou seja, os preços terão que romper ou o suporte ou a resistência desse triângulo relativamente rápido. Se os preços se mantiverem acima da principal zona de suporte atual em 1,2754 (ver linha horizontal azul), isso confirmará um Falso Rompimento da sua linha inferior, o que irá favorecer e muito os compradores.


Euro - Gráfico Semanal

Agora temos no gráfico diário abaixo uma visão mais aproximada dos principais níveis de suporte e de resistência, e vemos a formação do importante padrão de reversão de baixa chamado Formação Alargada – Ângulo Reto Ascendente, identificado pelas linhas negras.

Como todo padrão ocidental, teremos que esperar a sua confirmação, que neste caso irá ocorrer após o efetivo rompimento dos suportes 1,2754 - 1,2744, com Limite em 1,2465. É muito importante esperar a efetiva confirmação deste padrão para a execução de vendas abaixo de 1,2754 - 1,2744.

Enquanto não verificamos a sua confirmação, vamos buscar as seguintes oportunidades:

*) Compra 1,3005, com Stop abaixo de 1,2971, e Limite em 1,3125.
*) Compra acima de 1,3131, com Stop abaixo de 1,3085, e Limite em 1,3285. Adicione novas compras acima de 1,3205, com mesmo limite acima.
*) Venda abaixo de 1,2985, com Stop acima de 1,3025, e Limite em 1,2911.

FALHA DO PADRÃO: Quando há o cancelamento ou a falha de um padrão de reversão de baixa, isso indica continuação da força contrária, que no caso é dos compradores. E o que irá a falha do padrão Formação Alargada – Ângulo Reto Ascendente será o rompimento da sua máxima em 1,3416 (ver linha horizontal azul), o que irá abrir espaço para novas compras até pelo menos 1,3685.


Euro - Gráfico Diário

GBP/USD: Suporte Canal de Alta como Resistência.

Vemos que após o efetivo rompimento da linha inferior (suporte) do Canal de Alta identificado pelas linhas negras no gráfico diário abaixo, os preços retornaram a essa linha inferior, agora como resistência (ver setas negras para esse rompimento e posterior retorno).

Como o nosso sistema de negociação possui alta probabilidade de ganho para vendas em suportes rompidos que viraram resistência, o que é o caso aqui, vamos trabalhar com base nas seguintes oportunidades:

*) Venda abaixo dos suportes 1,5075 - 1,5061 e principalmente 1,4978, com Limite em 1,4830.

Adicione novas vendas apenas após o efetivo rompimento de 1,4785, com novo Limite em 1,4515.

Agora, caso os preços rompam a máxima da semana em 1,5221 (ver linha horizontal azul), isso irá indicar a retomada de força dos compradores até pelo menos 1,5575. Se isso ocorrer adiciones novas compras acima de 1,5300 e principalmente 1,5375, com mesmo Limite acima.


Libra Esterlina - Gráfico Diário

Weekly Review de 08 a 12 de Julho da Escola De Operadores.

Durante o começo da semana até 3ª feira, o Euro alcançou a importante mínima em 1,2755, devido aos recentes dados positivos sobre a economia americana, principalmente a forte alta da Mudança de Empregos Não Agrícolas da ADP, divulgado na 6ª. feira anterior dia 05.

Mas essa percepção de continuação da valorização do USD teve um forte revés, após o “Fed Minutes” ou discurso do Fed na 4ª. Feira dia 10 indicar uma clara divisão de opiniões entre os seus membros, sobre o programa atual de recompra de US$85 Bilhões por mês de títulos como uma importante ferramenta de estímulo do FED à economia americana. Essa compra de títulos pelo Banco Central Americano (FED) mantém os juros baixos, incentivando assim o consumo, o que acelera economia, e consequentemente valoriza o Dólar Americano.

Uma diminuição na quantidade de títulos a serem comprados pelo FED poderá impactar em um aumento dos juros, o que inibirá o consumo, desacelerando assim a economia, e consequentemente desvalorizando o Dólar (USD).
Como praticamente metade dos membros do FOMC (Comitê de Política Monetária Americana - FED) indicou que uma redução na quantidade de títulos poderá ocorrer em breve, essa clara divisão de opiniões gera uma dúvida em todo o mercado com relação à continuação desse programa de estímulo. Portanto será muito importante acompanhar de perto esse tema.

Mas tão logo o EUR/USD recuperou força na 4ª. feira, o pedido de renúncia do primeiro ministro de Luxemburgo Jean-Claude Juncker, no poder a 18 anos, e um dos mais influentes líderes europeus, abalou a confiança na recuperação da economia da zona do Euro e pegou todo o mercado de surpresa, principalmente porque não se esperava que Luxemburgo oferecesse um risco político à região. Essa renúncia ocorreu após o escândalo envolvendo o serviço de Inteligência, que foi acusado de efetuar escutas telefônicas ilegais e de desviar recursos financeiros. Agora então temos esse fator que poderá segurar a recente valorização do Euro


O que a China de hoje dirá para a Bolsa brasileira de amanhã?

Neste domingo (segunda-feira lá), governo chinês vai divulgar as estatísticas do PIB do segundo trimestre.

Isso é bem importante para nós, o Brasil como extensão commoditizada do crescimento chinês. Crescimento este que – felizmente ou não – virou aterrissagem.

Que tipo de aterrissagem?

Mercado espera um avanço de 7,5% para o PIB chinês no 2T13. Se vier menos que isso, pode atrapalhar bem o pregão de amanhã. Se vier igual ou mais, ajuda um pouco.

Pensando no ano cheio, a meta oficial fica dentro do intervalo entre 7,0% e 7,5%. Seria o pior resultado desde 1990, mas ainda assim um belíssimo resultado – de fazer inveja a quase todos os países (certamente, de fazer inveja ao Mantega).

O primeiro semestre foi desafiador para a China em termos quantitativos, justamente por conta de um novo foco no qualitativo. Combate à corrupção, aos dados econômicos escusos, às vias informais de empréstimo. Todos objetivos louváveis, mas que exigiram um sacrifício dos números.

Gostaria de ver uma China que não se faz escrava do próprio crescimento. Ao mesmo tempo, sei que os desafios de reforma são gigantescos, e tomarão a agenda dos próximos cinco anos, pelo menos. Tamanho não basta aos chineses, não bastou a vários cavalos paraguaios da economia mundial.

Para o segundo semestre, vejo-me um pouco mais otimista com o noticiário chinês e, por consequência, com sua influência sobre commodities (em especial, sobre o minério de ferro da Vale).

Muitos dos investimentos planejados para este ano ficaram para a segunda metade, já que o novo governo dedicou grande esforço à transição até junho.

Pequeno exemplo disso (pequeno dentro do todo chinês, grande para nós brasileiros): rede ferroviária.

A China é dona da maior rede ferroviária de alta velocidade do mundo. Era para terem feito várias encomendas de trilhos e vagões no começo do ano, acabaram adiando graças à transição. Estamos falando de algo como US$ 100 bilhões em investimentos, e isso apenas na malha ferroviária.

Post by VCInvest Sa

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Dólar cai com expectativa de continuidade dos estímulos nos EUA

A expectativa de que a retirada dos estímulos monetários por parte do Federal Reserve (banco central dos Estados Unidos) não será imediata trouxe uma correção para o dólar, que perdeu força frente às demais moedas e ajudou o real a fechar a quarta-feira em alta em relação à moeda americana. O dólar comercial caiu 0,62% fechando a R$ 2,2590. O contrato futuro de dólar com vencimento em agosto recuava 0,26% para R$ 2,269.

Ontem, o presidente do Fed, Ben Bernanke, reforçou em discurso que os dados de inflação e de desemprego ainda requerem a manutenção dos estímulos econômicos. A Ata do Fed mostrou que para muitos integrantes do Fomc (Comitê de Política Monetária do Federal Reserve) a reversão da política monetária ainda depende da melhora dos dados do mercado de trabalho e da atividade econômica dos Estados Unidos.

A divulgação hoje do número de pedidos de seguro-desemprego acima do esperado ajudou a reforçar a visão de uma eventual redução das compras de ativos pelo Fed, que somam hoje US$ 85 bilhões mensais, não deve acontecer no curto prazo. O número de pessoas que entraram com pedido de seguro-desemprego nos EUA aumentou para 360 mil na semana encerrada em 6 de julho, acima da previsão dos analistas que esperava uma queda para 335 mil ante o dado de 344 mil registrado na semana anterior.

Isso levou o dólar a perder força frente às demais moedas, tanto de mercados desenvolvidos como de emergentes. O Dollar Index, que acompanha o desempenho da divisa americana em relação a uma cesta de moedas, recuava 1,52%.

O Baco do Japão informou hoje que manterá a política de estímulos à economia, sinalizando uma recuperação do crescimento econômico.

No mercado interno, a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de elevar a taxa Selic para 8,5% não trouxe surpresa e veio em linha com esperado pelo mercado. Para um gestor de fundos, o fato de o Brasil passar a ter a terceira maior taxa nominal do mundo ajuda na atração de recursos externos, mas a tendência dos fluxos financeiros hoje não é voltada para os mercados emergentes.

Para João Medeiros, diretor de câmbio da Pioneer Corretora, a queda do dólar verificada hoje é mais uma correção que uma reversão de tendência. O fluxo cambial continua negativo, somando um déficit de US$ 780 milhões na primeira semana de julho. Embora a conta comercial tenha apresentado um superávit de US$ 582 milhões no período, é esperado um aumento das importações, que sazonalmente tendem a ser maiores no segundo semestre por conta das vendas para as festas do fim de ano.

Outra força que continua pressionando a valorização do dólar em relação ao real, é a posição dos estrangeiros na moeda americana no mercado futuro, que somava US$ 9,46 bilhões , maior patamar desde dezembro de 2009.

Em relatório divulgado hoje, o HSBC prevê que o real continue se depreciando no longo prazo por causa da ampliação do déficit em transações correntes e pela redução nos investimentos estrangeiros diretos. No entanto, para o curto prazo, os estrategistas do banco inglês lembram que o Banco Central continuará comprometido em conter uma desvalorização mais forte do câmbio, na maior parte via intervenções no mercado, mas também retirando medidas adotadas num período em que a preocupação do governo era conter a apreciação da moeda nacional.

“Esses esforços têm ajudado a estabilizar o dólar ante o real e, agora que o Banco Central parece mais comprometido em conter pressões inflacionárias por meio de aperto na política monetária, podemos ver uma moderação no ritmo de queda do real”, dizem os profissionais em relatório. No entanto, o banco ressalva que a incerteza política e questões do lado fiscal continuam sendo importantes preocupações para investidores, o que pode pesar sobre o real, a despeito da elevação do juro que em tese pode aumentar a rentabilidade com operações de “carry trade”

terça-feira, 9 de julho de 2013

Dólar sobe em relação ao euro e à libra

O dólar norte-americano apresentou forte alta em relação ao euro e à libra esterlina nesta terça-feira após o Fundo Monetário Internacional (FMI) ter revisto para baixo sua projeção de crescimento global.

Durante as negociações norte-americanas da manhã, o dólar norte-americano subiu para uma alta de cinco meses em relação ao euro, com EUR/USD caindo 0,66%, para 1,2783.

O FMI reduziu sua projeção de crescimento global deste ano para 3,1%, de 3,3% de abril, e reduziu sua projeção de crescimento de 2014 para 3,8% de 4,0%.

O FMI disse que espera que a economia da zona do euro contraia 0,6% este ano, abaixo de uma contração de 0,4% projetada em abril. O FMI projetou uma contração de 1,8% na Itália este ano, de 1,5% projetado em abril.

Na segunda-feira, o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, reiterou que as taxas de juros permanecerão em níveis baixos por um extenso período de tempo para ajudar a escorar a vacilante economia da zona do euro.

O euro ampliou suas perdas após o membro do conselho do BCE, Joerg Asmussen, ter dito hoje que a direção dada pelo banco central foi além de 12 meses.

A demanda pelo dólar norte-americano continuou sendo apoiada pelas expectativas de que o Banco Central dos EUA (Fed) começará a reduzir suas medidas de estímulo uma vez que a economia continua se recuperando.

O dólar norte-americano atingiu uma alta de três anos em relação à libra, com GBP/USD caindo 0,82%, para 1,4828.

O FMI elevou sua projeção de crescimento da economia britânica para 0,9% este ano, acima da expansão de 0,6% projetada em abril.

A libra esterlina permaneceu amplamente mais fraca após dados, que mostraram que a produção manufatureira britânica caiu em maio, terem confundido as perspectivas econômicas.

A produção manufatureira no Reino Unido caiu 0,8%, em comparação com as expectativas de uma alta de 0,3%. A produção industrial britânica ficou estável em maio, decepcionando as expectativas de uma alta de 0,2%, e caiu 2,3% numa base anual.

Um relatório separado mostrou que o déficit comercial britânico cresceu para £ 8,49 bilhões em maio, em comparação com as previsões de um déficit de £ 8,43 bilhões em abril. Os economistas haviam previsto um déficit de £ 8,47 bilhões.

O dólar norte-americano estava sendo negociado perto de uma alta de seis semanas em relação ao iene, com USD/JPY subindo 0,08%, para 101,06.

O dólar norte-americano ampliou seus ganhos em relação ao franco suíço, com USD/CHF saltando 1,01%, para 0,9731.

Em outros lugares, o dólar norte-americano ficou amplamente fraco em relação aos seus primos australiano, neozelandês e canadense, comAUD/USD avançando 0,18%, para 0,9148, NZD/USD subindo 0,60%, para 0,7844 e USD/CAD caindo 0,23%, para 1,0533.

No início do dia, dados oficiais mostraram que a construção de imóveis residenciais no Canadá caiu para 199.600 unidades em junho, de 204.600 unidades em maio. Os economistas haviam previsto uma queda para 187.000.

O índice do dólar, que acompanha o desempenho do dólar norte-americano em comparação com a cesta das seis principais moedas, subiu 0,47%, para 84,83.

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